Back to basics

15/04/2026 Impressões

Abril de 2026, estamos de mudança aqui em casa. Uma redução, novamente. Não acho que fui para o minimalismo total, mas muita coisa foi descartada ou arquivada. Em geral, eu tinha muitos itens acumulados em gavetas e estantes, mas é hora de reduzir isto tudo.

Primeiramente, em 2020 já fiz uma boa redução na mudança da casa antiga para a atual. Livros, jogos, CDs, DVDs, muita coisa que tinha em excesso em casa foi reduzida. Eu sempre comento, que em 2014 reduzi de 500 mangás e livros para 300. Da casa antiga para esta reduzi de 300 para 200. E a cada mudança uma redução é feita.

Não precisamos de muita coisa para viver. Acredito que para mim, tendo uma cama, cozinha, um sofá e um laptop com mouse já é mais que o suficiente, nem uma TV eu preciso. Cada pessoa tem suas necessidades, mas além do básico, não há porque acumular algumas coisas. Coleções grandes me desfiz de todas, hoje tenho cerca de 40 livros na casa de Matinhos e cerca de 30 livros guardados aqui. Vendi até minha coleção de livros técnicos de Geologia. Fazia mais de 15 anos que não abria estes livros e certamente iriam ficar pegando pó e inutilizados para sempre. Melhor me desfazer agora que acumular indefinidamente.

O que guardei? Esses 70 livros que citei, um material de papelaria (clips, canetas, pastas e papéis) material que eu realmente utilizo. O resto, doado ou vendido em sebos. Não tenho mais paciência para muita coisa. Hoje a redução é prioritária ao consumo em minha vida.

Digital para que te quero. Livros? Digitais. Músicas? Digitais. Jogos? Digitais no kindle e agora no MEC livros e BibliON. Tenho cerca de 1500 livros epub baixados e arquivados. Além de biblioteca física e empréstimo de livros de amigos. Não guardo mais nada nas estantes. Hoje tenho acesso a mais de 1400 jogos via família steam, o modo de compartilhamento de bibliotecas de jogos da loja de games steam entre um grupo de amigos. Fora cerca de 600 retrogames baixados para uso com emuladores. Música? Além do backup rip de todos os 450CDs que meus pais acumularam na vida deles, eu tomei a liberdade de baixar cerca de 20mil músicas curadas e selecionadas manualmente por mim. Pirataria? Sim.

E hoje com um computador ou mesmo só com um celular, um portátil de emulação e um kindle eu tenho TODA A MINHA BIBLIOTECA DE MÍDIAS PARA VIDA INTEIRA, onde eu quiser estar.

Abril de 2026, estamos de mudança aqui em casa. Uma redução, novamente. Não acho que fui para o minimalismo total, mas muita coisa foi descartada ou arquivada. Em geral, eu tinha muitos itens acumulados em gavetas e estantes, mas é hora de reduzir isto tudo.

Primeiramente, em 2020 já fiz uma boa redução na mudança da casa antiga para a atual. Livros, jogos, CDs, DVDs, muita coisa que tinha em excesso em casa foi reduzida. Eu sempre comento, que em 2014 reduzi de 500 mangás e livros para 300. Da casa antiga para esta reduzi de 300 para 200. E a cada mudança uma redução é feita.

Não precisamos de muita coisa para viver. Acredito que para mim, tendo uma cama, cozinha, um sofá e um laptop com mouse já é mais que o suficiente, nem uma TV eu preciso. Cada pessoa tem suas necessidades, mas além do básico, não há porque acumular algumas coisas. Coleções grandes me desfiz de todas, hoje tenho cerca de 40 livros na casa de Matinhos e cerca de 30 livros guardados aqui. Vendi até minha coleção de livros técnicos de Geologia. Fazia mais de 15 anos que não abria estes livros e certamente iriam ficar pegando pó e inutilizados para sempre. Melhor me desfazer agora que acumular indefinidamente.

O que guardei? Esses 70 livros que citei, um material de papelaria (clips, canetas, pastas e papéis) material que eu realmente utilizo. O resto, doado ou vendido em sebos. Não tenho mais paciência para muita coisa. Hoje a redução é prioritária ao consumo em minha vida.

Digital para que te quero. Jogos? Digitais. Músicas? Digitais. Livros? Digitais no kindle e agora no MEC livros e BibliON. Tenho cerca de 1500 livros epub baixados e arquivados. Além de biblioteca física e empréstimo de livros de amigos. Não guardo mais nada nas estantes. Hoje tenho acesso a mais de 1400 jogos via família steam, o modo de compartilhamento de bibliotecas de jogos da loja de games steam entre um grupo de amigos. Fora cerca de 600 retrogames baixados para uso com emuladores. Música? Além do backup rip de todos os 450CDs que meus pais acumularam na vida deles, eu tomei a liberdade de baixar cerca de 20mil músicas curadas e selecionadas manualmente por mim. Pirataria? Sim.

E hoje com um computador ou mesmo só com um celular, um portátil de emulação e um kindle eu tenho TODA A MINHA BIBLIOTECA DE MÍDIAS PARA VIDA INTEIRA, onde eu quiser estar.

E o que mais ficou? Minha coleção de rochas para uso didático. Uma caixa com uns 15 exemplares de interesse geológico. Também ficaram duas mochilas usadas, um mouse, dois teclados, um miniPC, um controle de videogame, um headphone e umas peças e tabuleiro de xadrez. (até o xadrez eu fui para o digital e online).

O resto? Limbo. Me sinto melhor assim e não vou pagar o fodão dizendo que o minimalismo salvou minha vida.

Hoje gosto de ter alguns produtos funcionais e de preferência de alta qualidade e durabilidade. Mas acumular o que não mais preciso, é um tiro no pé. A mudança acabou, estou indo de volta ao básico, focado no digital e não me importo se eu “não possuir as coisas”, há quem se importe em ter o disco físico, o objeto na estante pegando pó. Eu me conformo com o digital, existem vantagens e desvantagens disto tudo. Mas ter tudo que preciso para minha vida de consumo midiático para uma vida toda dentro de uma mochila com 4 objetos (tablet / notebook / kindle / portátil de emulação) é algo surreal que só a modernidade permite.