De uns tempos para cá minha vida é um completo desinteresse. Em tudo. Sim, tudo.
Hoje meu foco na vida são simples pontos que tenho que desenvolver para possuir uma vida plena. Uma independência econômica (uma boa reserva de dinheiro para emergências/aposentadoria), uma necessidade de estabilidade profissional em um trabalho que possibilite a independência econômica, e também gostaria de estar em um estado com o mínimo de ruído e problemas (ataraxia segundo alguns gregos).
A independência econômica eu acredito que em 10 ou 15 anos de economias consigo gerar um cenário favorável para esta condição. Conseguindo economizar de 25 a 33% do que recebo líquido. Um terço guardado para intempéries da vida.
A estabilidade profissional hoje depende de um concurso aberto e de eu estar pronto para ele. Consigo este feito investindo uns 10mil em material de estudo e uns 5 anos de estudo constante de 2 a 3 horas diárias. Se eu não passar sob estas condições é realmente para eu não passar. Farei de tudo para tal.
A ataraxia envolve manter minha medicação, e hábitos saudáveis que me deixem neutralizado quanto a variações de humor do transtorno bipolar que me aflige. Mantendo o sono controlado, evitando liberação de cortisol e adrenalina por estresse, e conseguindo fixar hábitos breves de saúde como caminhadas diárias (7 a 10km por dia). Ao meu ver isto já é o mínimo que devo realizar para alcançar um estado de serenidade.
Fora estes pontos que considero indissociáveis da minha realidade atual, também existem aí outros hobbies. A escrita eu mantenho neste blog e conversando com pen pals estrangeiros na forma de e-mails. O xadrez me anima, jogando de 30 a 50 minutos diários. Outras mídias, filmes, música, jogos... bom, nestas eu estou em completa apatia recentemente, nada me prende e raramente consigo concluir nenhum projeto iniciado, seja um livro, jogos ou TV.
Estas variações de apatia são relativamente inconstantes. Há meses que consigo alguns feitos nestas áreas, mas no geral não consigo. Por sorte esta parte não é essencial para meus objetivos pessoais.
É hora de focar nos objetivos principais e não perder muito tempo com consumo midiático que pouco me acrescenta. É hora de ir atrás dos meus objetivos para daqui a 15 anos, ao menos mirar no alvo, o tempo irá dizer o que conseguirei realizar ou não. Mas o movimento deve ser constante em uma meta atingível, sem muitos desvios de percurso.
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